ESCUTAR, INTERPRETAR, ABENÇOAR e SORRIR.
Ser livre é ver o outro na inteireza que ele é. Cuidar do outro não é julgar nem catalogar. Temos que cuidar da nobreza no outro e não tratar a ‘doença’. O cuidar passa por quatro pontos:
1. Escutar: o infra-humano em nós (o mineral de nossos ossos, o vegetal de nossa flora, o animal de nossas emoções. Um exercício... observar nossos pensamentos, nossos ressentimentos. Ressentimento é um veneno que tomamos, esperando que o outro morra...
2. Interpretar: escutar não significa ouvir. Os animais ouvem... o humano interpreta... Interpretar é extrair o sentido, extrair os sentidos, os significados. Extrair os sentidos é observar sem nossos sentidos, sem os cinco sentidos. A pior dor é aquela para qual não vemos nenhum significado. Somos livres na medida de nossa capacidade de interpretar e ressiginificar. O ‘para quê’ é mais importante do que o ‘porquê’... Temos que assumir a autoria de nossa própria existência. Se sou capaz de interpretar, nada me derrota, pois aceito o inaceitável...
3. Abençoar: abençoar é jamais rotular o outro, pois não nunca somos nada, sempre estamos sendo alguma coisa. Abençoar é ‘bem te ver’, trocar energia, trocar amor. Estamos condenados a amar. Abençoar é nos inclinarmos para o outro, perante o outro, para poder nos encontrar com ele. Abençoar é agradecer... tudo aquilo que não uso (esquecido em algum canto de meu lar), tudo aquilo que não agradeço (a comida que ingiro, ou o ar que respiro) são coisas que estou roubando. Roberto nos lembra que somos ladrões. Abençoar é acolher o outro a partir do melhor dele..
4. Sorrir: O julgamento é o fracasso da bênção, o sorrir é a sua apoteose. Sorrir, sorrir... é pelo olhar que mudamos a nossa psique... que bom poder ver um sorriso...
A fonte de toda tragédia humana é pensar que somos de verdade...
Extraído da palestra do prof. escritor e Terapeuta Transpessoal, Roberto Crema, dia 19 de setembro de 2008 na UNIPAZ-CE.
Seja bem-vindo ao Blog da Mente. Hoje é
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
POLÍTICOS, POLÍTICA e CARÁTER
Atualizadas as datas em 12 de novembro de 2016.
Considerando o grande fluxo de informações sobre a política e os políticos que tem poluído os noticiários no Brasil e no mundo na atualidade, cabe algumas reflexões para um melhor discernimento.
Ainda sobre Dr.Bezerra de Menezes, que dia 29 de agosto, o mundo Espírita comemorou 185 (cento e oitenta e cinco) anos do seu nascimento(29 ago 1831).
BEZERRA DE MENEZES, O POLÍTICO
"Desgastada como é, desde aquela época, a imagem dos políticos, pode-se até pensar ou dizer que se deseja diminuir a estatura de Bezerra de Menezes, ao se procurar conhecer um pouco da sua vida política. Ao contrario, esse tema é por demais pertinente pois, só assim, poderemos verificar como a classe dos políticos brasileiros teria muito a ganhar, se mirasse o seu desempenho no exemplo daquele grande parlamentar.
Numa época difícil da nossa história, 1860, Bezerra ingressa na política para atender aos anseios das pessoas simples, que viam nele uma figura paternal e protetora, capaz de erguer a voz e lutar em defesa do bem-estar geral. A grande responsável pela sua convicção foi mesmo a sua jovem esposa, Maria Cândida, cuja breve existência marcou profundamente a sua vida".
"(...) A política, como eu a compreendo, não é uma especulação dos homens, é uma religião, a religião da pátria, tão sagrada e obrigatória como o culto das verdades eternas que constitui a religião de Deus".
Idem, p.37.
"O ideal libertário de Bezerra a cada instante se manifestava. A vigilância contra os abusos de autoridade era permanente, mostrando que seu espírito não aceitava o arbítrio".
"A liberdade (...) é um direito, direito absoluto e eterno de criação divina; a autoridade é um fato, ou se quiserem um direito, porém fato ou direito transitórios, passageiros e contingentes, de criação humana.
Uma coisa não pode confundir-se com a outra, porque o fato não se confunde com o direito, nem se confundem as obras do homem com as obras de Deus."
"Não sei o que seja mais conveniente à sociedade. Se desenvolvimento das empresas, das indústrias, do progresso material, propriamente; se o cuidado que esta sociedade deve ter em manter a saúde e a existência de seus membros. Por mim dispenso as riquezas, desde que me garantam a saúde."
"(...) Eu quisera que os médicos que se empregam no serviço da saúde pública tivessem um ordenado correspondente, pelo menos, aos dos engenheiros e suficiente para garantir as suas necessidades. E, se isto não é assim, é porque, como disse no princípio, o serviço da saúde pública não é considerado coisa de grande importância".
Sessão de 2-7-1885, p. 281
Extraído do livro Bezerra de Menezes, Fatos e Documentos - seg. edição – Lachâtre RJ
Autor Francisco Castro de Souza
O leitor atento deve ter observado que Dr. Bezerra construiu essas frases no ano de 1860. Parece que não mudou muita coisa de lá para cá. Quero crer que as mudanças só ocorrerão quando o pensamento da sociedade tiver mudado. Em uma frase:
"TRANSFORMAÇÃO DE CARÁTER".
Arleir Bellieny.
Considerando o grande fluxo de informações sobre a política e os políticos que tem poluído os noticiários no Brasil e no mundo na atualidade, cabe algumas reflexões para um melhor discernimento.
Ainda sobre Dr.Bezerra de Menezes, que dia 29 de agosto, o mundo Espírita comemorou 185 (cento e oitenta e cinco) anos do seu nascimento(29 ago 1831).
BEZERRA DE MENEZES, O POLÍTICO
"Desgastada como é, desde aquela época, a imagem dos políticos, pode-se até pensar ou dizer que se deseja diminuir a estatura de Bezerra de Menezes, ao se procurar conhecer um pouco da sua vida política. Ao contrario, esse tema é por demais pertinente pois, só assim, poderemos verificar como a classe dos políticos brasileiros teria muito a ganhar, se mirasse o seu desempenho no exemplo daquele grande parlamentar.
Numa época difícil da nossa história, 1860, Bezerra ingressa na política para atender aos anseios das pessoas simples, que viam nele uma figura paternal e protetora, capaz de erguer a voz e lutar em defesa do bem-estar geral. A grande responsável pela sua convicção foi mesmo a sua jovem esposa, Maria Cândida, cuja breve existência marcou profundamente a sua vida".
"(...) A política, como eu a compreendo, não é uma especulação dos homens, é uma religião, a religião da pátria, tão sagrada e obrigatória como o culto das verdades eternas que constitui a religião de Deus".
Idem, p.37.
"O ideal libertário de Bezerra a cada instante se manifestava. A vigilância contra os abusos de autoridade era permanente, mostrando que seu espírito não aceitava o arbítrio".
"A liberdade (...) é um direito, direito absoluto e eterno de criação divina; a autoridade é um fato, ou se quiserem um direito, porém fato ou direito transitórios, passageiros e contingentes, de criação humana.
Uma coisa não pode confundir-se com a outra, porque o fato não se confunde com o direito, nem se confundem as obras do homem com as obras de Deus."
"Não sei o que seja mais conveniente à sociedade. Se desenvolvimento das empresas, das indústrias, do progresso material, propriamente; se o cuidado que esta sociedade deve ter em manter a saúde e a existência de seus membros. Por mim dispenso as riquezas, desde que me garantam a saúde."
"(...) Eu quisera que os médicos que se empregam no serviço da saúde pública tivessem um ordenado correspondente, pelo menos, aos dos engenheiros e suficiente para garantir as suas necessidades. E, se isto não é assim, é porque, como disse no princípio, o serviço da saúde pública não é considerado coisa de grande importância".
Sessão de 2-7-1885, p. 281
Extraído do livro Bezerra de Menezes, Fatos e Documentos - seg. edição – Lachâtre RJ
Autor Francisco Castro de Souza
O leitor atento deve ter observado que Dr. Bezerra construiu essas frases no ano de 1860. Parece que não mudou muita coisa de lá para cá. Quero crer que as mudanças só ocorrerão quando o pensamento da sociedade tiver mudado. Em uma frase:
"TRANSFORMAÇÃO DE CARÁTER".
Arleir Bellieny.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
RECADO AOS MÉDICOS, PSICÓLOGOS e aos PROFISIONAIS DE SAÚDE
"Um médico não tem o direito de terminar uma refeição, nem de perguntar se é longe ou perto, quando um aflito qualquer lhe bate à porta. O que não acode por estar com visitas, por ter trabalhado muito e achar- se fatigado, ou por ser alta hora da noite, mau o caminho ou o tempo, ficar longe ou no morro, o que sobretudo pede um carro a quem não tem com que pagar a receita, ou diz a quem lhe chora à porta que procure outro. Esse não é médico, é negociante de medicina, que trabalha para recolher capital e juros dos gastos de formatura. Esse é um desgraçado, que manda para outro o anjo da caridade que lhe veio fazer uma visita e lhe trazia a única espórtula que podia saciar a sede de riqueza do seu Espírito, a única que jamais se perderá nos vaivens da vida."
Bezerra de Menezes.
Bezerra de Menezes.
PARABÉNS A MAMÃE!
Oi MÃE!
Já se passaram 50 (cinqüenta) anos do seu desencarne a vejo todos os dias nos meus olhos, sinto-a no meu coração e em cada célula do meu corpo que a Senhora gerou.
Percebo que não há distância nem espaços vazios, quando nos deixamos envolver pelas energias que são significativas em nossa existência; E a sua, MÃE, foi e será sempre a melhor e a mais pura de todas.
Hoje 22 de agosto de 2011, a Senhora completaria 97 (noventa e sete) anos de nascimento na sua última passagem pela terra, reencarnada, prosseguindo sua caminhada evolutiva.
Receba os meus agradecimentos em forma de PARABÉNS e por extensão, de todos os seus herdeiros: Filhos (encarnados e desencarnados), netos, bisnetos, tataranetos, etc., que “por enquanto” continuam na romagem terrena aprendendo com nossos erros do passado desta e de outras vivências planetárias.
Saiba, porém que suas sábias lições, antes não compreendidas, aos poucos e ao seu tempo, estão sendo assimiladas na razão direta das necessidades e percepção de cada um de nós.
Que MARIA DE NAZARÉ, a MÃE de todos nós, a abençoe.
E Eu, seu filho, peço a sua BÊNÇÃO!
Já se passaram 50 (cinqüenta) anos do seu desencarne a vejo todos os dias nos meus olhos, sinto-a no meu coração e em cada célula do meu corpo que a Senhora gerou.
Percebo que não há distância nem espaços vazios, quando nos deixamos envolver pelas energias que são significativas em nossa existência; E a sua, MÃE, foi e será sempre a melhor e a mais pura de todas.
Hoje 22 de agosto de 2011, a Senhora completaria 97 (noventa e sete) anos de nascimento na sua última passagem pela terra, reencarnada, prosseguindo sua caminhada evolutiva.
Receba os meus agradecimentos em forma de PARABÉNS e por extensão, de todos os seus herdeiros: Filhos (encarnados e desencarnados), netos, bisnetos, tataranetos, etc., que “por enquanto” continuam na romagem terrena aprendendo com nossos erros do passado desta e de outras vivências planetárias.
Saiba, porém que suas sábias lições, antes não compreendidas, aos poucos e ao seu tempo, estão sendo assimiladas na razão direta das necessidades e percepção de cada um de nós.
Que MARIA DE NAZARÉ, a MÃE de todos nós, a abençoe.
E Eu, seu filho, peço a sua BÊNÇÃO!
segunda-feira, 6 de junho de 2011
O HOMEM DE BEM
Nos momentos tormentosos que estamos sendo expostos no nosso dia a dia, cabe refletirmos sobre nossos deveres e obrigações enquanto Espíritos Encarnados. Vai aqui uma pequena porém profunda dica que pode servir de ROTEIRO SEGURO para nossas almas.
O verdadeiro homem de bem é o que cumpre a lei de justiça, de amor e de caridade, na sua maior pureza. Se ele interroga a consciência sobre seus próprios atos, a si mesmo perguntará se violou essa lei, se não praticou o mal, se fez todo o bem que podia se desprezou voluntariamente alguma ocasião de ser útil, se ninguém tem qualquer queixa dele; enfim, se fez a outrem tudo o que desejara lhe fizesse.
Deposita fé em Deus, na Sua bondade, na Sua justiça e na Sua sabedoria. Sabe que sem a Sua permissão nada acontece e se Lhe submete à vontade em todas as coisas.
Tem fé no futuro, razão por que coloca os bens espirituais acima dos bens temporais.
Sabe que todas as vicissitudes da vida, todas as dores, todas as decepções são provas ou expiações e as aceita sem murmurar.
Possuído do sentimento de caridade e de amor ao próximo, faz o bem pelo bem, sem esperar paga alguma; retribui o mal com o bem, toma a defesa do fraco contra o forte, e sacrifica sempre seus interesses à justiça.
Encontra satisfação nos benefícios que espalha, nos serviços que presta, no fazer ditosos os outros, nas lágrimas que enxuga, nas consolações que prodigaliza aos aflitos. Seu primeiro impulso é para pensar nos outros, antes de pensar em si, é para cuidar dos interesses dos outros antes do seu próprio interesse. O egoísta, ao contrário, calcula os proventos e as perdas decorrentes de toda ação generosa.
O homem de bem é bom, humano e benevolente para com todos, sem distinção de raças, nem de crenças, porque em todos os homens vê irmãos seus.
Respeita nos outros todas as convicções sinceras e não lança anátema aos que como ele não pensam.
Em todas as circunstâncias, toma por guia a caridade, tendo como certo que aquele que prejudica a outrem com palavras malévolas, que fere com o seu orgulho e o seu desprezo a suscetibilidade de alguém, que não recua à idéia de causar um sofrimento, uma contrariedade, ainda que ligeira, quando a pode evitar, falta ao dever de amar o próximo e não merece a clemência do Senhor.
Não alimenta ódio, nem rancor, nem desejo de vingança; a exemplo de Jesus, perdoa e esquece as ofensas e só dos benefícios se lembra, por saber que perdoado lhe será conforme houver perdoado.
É indulgente para as fraquezas alheias, porque sabe que também necessita de indulgência e tem presente esta sentença do Cristo: "Atire-lhe a primeira pedra aquele que se achar sem pecado."
Nunca se compraz em rebuscar os defeitos alheios, nem, ainda, em evidenciá-los. Se a isso se vê obrigado, procura sempre o bem que possa atenuar o mal.
Estuda suas próprias imperfeições e trabalha incessantemente em combatê-las. Todos os esforços emprega para poder dizer, no dia seguinte, que alguma coisa traz em si de melhor do que na véspera.
Não procura dar valor ao seu espírito, nem aos seus talentos, a expensas de outrem; aproveita, ao revés, todas as ocasiões para fazer ressaltar o que seja proveitoso aos outros.
Não se envaidece da sua riqueza, nem de suas vantagens pessoais, por saber que tudo o que lhe foi dado pode ser-lhe tirado.
Usa, mas não abusa dos bens que lhe são concedidos, porque sabe que é um depósito de que terá de prestar contas e que o mais prejudicial emprego que lhe pode dar é o de aplicá-lo à satisfação de suas paixões.
Se a ordem social colocou sob o seu mando outros homens, trata-os com bondade e benevolência, porque são seus iguais perante Deus; usa da sua autoridade para lhes levantar o moral e não para os esmagar com o seu orgulho. Evita tudo quanto lhes possa tornar mais penosa a posição subalterna em que se encontram.
O subordinado, de sua parte, compreende os deveres da posição que ocupa e se empenha em cumpri-los conscienciosamente.
Finalmente, o homem de bem respeita todos os direitos que aos seus semelhantes dão as leis da Natureza, como quer que seja respeitado os seus.
Não ficam assim enumeradas todas as qualidades que distinguem o homem de bem; mas, aquele que se esforce por possuir as que acabamos de mencionar, no caminho se acha que a todas as demais conduz.
(Extraido de O Evangelho Segundo o Espiritismo CAP XVII item 3 - Allan Kardec)
O verdadeiro homem de bem é o que cumpre a lei de justiça, de amor e de caridade, na sua maior pureza. Se ele interroga a consciência sobre seus próprios atos, a si mesmo perguntará se violou essa lei, se não praticou o mal, se fez todo o bem que podia se desprezou voluntariamente alguma ocasião de ser útil, se ninguém tem qualquer queixa dele; enfim, se fez a outrem tudo o que desejara lhe fizesse.
Deposita fé em Deus, na Sua bondade, na Sua justiça e na Sua sabedoria. Sabe que sem a Sua permissão nada acontece e se Lhe submete à vontade em todas as coisas.
Tem fé no futuro, razão por que coloca os bens espirituais acima dos bens temporais.
Sabe que todas as vicissitudes da vida, todas as dores, todas as decepções são provas ou expiações e as aceita sem murmurar.
Possuído do sentimento de caridade e de amor ao próximo, faz o bem pelo bem, sem esperar paga alguma; retribui o mal com o bem, toma a defesa do fraco contra o forte, e sacrifica sempre seus interesses à justiça.
Encontra satisfação nos benefícios que espalha, nos serviços que presta, no fazer ditosos os outros, nas lágrimas que enxuga, nas consolações que prodigaliza aos aflitos. Seu primeiro impulso é para pensar nos outros, antes de pensar em si, é para cuidar dos interesses dos outros antes do seu próprio interesse. O egoísta, ao contrário, calcula os proventos e as perdas decorrentes de toda ação generosa.
O homem de bem é bom, humano e benevolente para com todos, sem distinção de raças, nem de crenças, porque em todos os homens vê irmãos seus.
Respeita nos outros todas as convicções sinceras e não lança anátema aos que como ele não pensam.
Em todas as circunstâncias, toma por guia a caridade, tendo como certo que aquele que prejudica a outrem com palavras malévolas, que fere com o seu orgulho e o seu desprezo a suscetibilidade de alguém, que não recua à idéia de causar um sofrimento, uma contrariedade, ainda que ligeira, quando a pode evitar, falta ao dever de amar o próximo e não merece a clemência do Senhor.
Não alimenta ódio, nem rancor, nem desejo de vingança; a exemplo de Jesus, perdoa e esquece as ofensas e só dos benefícios se lembra, por saber que perdoado lhe será conforme houver perdoado.
É indulgente para as fraquezas alheias, porque sabe que também necessita de indulgência e tem presente esta sentença do Cristo: "Atire-lhe a primeira pedra aquele que se achar sem pecado."
Nunca se compraz em rebuscar os defeitos alheios, nem, ainda, em evidenciá-los. Se a isso se vê obrigado, procura sempre o bem que possa atenuar o mal.
Estuda suas próprias imperfeições e trabalha incessantemente em combatê-las. Todos os esforços emprega para poder dizer, no dia seguinte, que alguma coisa traz em si de melhor do que na véspera.
Não procura dar valor ao seu espírito, nem aos seus talentos, a expensas de outrem; aproveita, ao revés, todas as ocasiões para fazer ressaltar o que seja proveitoso aos outros.
Não se envaidece da sua riqueza, nem de suas vantagens pessoais, por saber que tudo o que lhe foi dado pode ser-lhe tirado.
Usa, mas não abusa dos bens que lhe são concedidos, porque sabe que é um depósito de que terá de prestar contas e que o mais prejudicial emprego que lhe pode dar é o de aplicá-lo à satisfação de suas paixões.
Se a ordem social colocou sob o seu mando outros homens, trata-os com bondade e benevolência, porque são seus iguais perante Deus; usa da sua autoridade para lhes levantar o moral e não para os esmagar com o seu orgulho. Evita tudo quanto lhes possa tornar mais penosa a posição subalterna em que se encontram.
O subordinado, de sua parte, compreende os deveres da posição que ocupa e se empenha em cumpri-los conscienciosamente.
Finalmente, o homem de bem respeita todos os direitos que aos seus semelhantes dão as leis da Natureza, como quer que seja respeitado os seus.
Não ficam assim enumeradas todas as qualidades que distinguem o homem de bem; mas, aquele que se esforce por possuir as que acabamos de mencionar, no caminho se acha que a todas as demais conduz.
(Extraido de O Evangelho Segundo o Espiritismo CAP XVII item 3 - Allan Kardec)
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Utilidade Pública Divulguem
MUITO IMPORTANTE:
1. CARTÓRIO
Quem quiser tirar uma cópia da certidão de nascimento, ou de casamento, não precisa mais ir até um cartório, pegar senha e esperar um tempão na fila.
O cartório eletrônico, já está no ar! www.cartorio24horas.com.br
Nele você resolve essas (e outras) burocracias, 24 horas por dia, on-line. Cópias de certidões de óbitos, imóveis, e protestos também podem ser solicitados pela internet.
Para pagar é preciso imprimir um boleto bancário. Depois, o documento chega por Sedex.
Passe para todo mundo, que este é um serviço da maior importância.
2. AUXÍLIO À LISTA
Telefone 102... não!
Agora é: 08002800102
Vejam só como não somos avisados das coisas que realmente são importantes...
NA CONSULTA AO 102, PAGAMOS R$ 1,20 PELO SERVIÇO.
SÓ QUE A TELEFÔNICA NÃO AVISA QUE EXISTE UM SERVIÇO VERDADEIRAMENTE GRATUITO.
Não custa divulgar para mais gente ficar sabendo.
3. DOCUMENTOS ROUBADOS
BO (boletim de occorrência) dá gratuidade - Lei 3.051/98 - VOCÊ SABIA???
Acho que grande parte da população não sabe, é que a Lei 3.051/98 que nos dá o direito de em caso de roubo ou furto (mediante a apresentação do Boletim de Ocorrência), gratuidade na emissão da 2ª via de tais documentos como:
Habilitação (R$ 42,97);
Identidade (R$ 32,65);
Licenciamento Anual de Veículo (R$ 34,11).
Para conseguir a gratuidade, basta levar uma cópia (não precisa ser autenticada) do Boletim de Ocorrência e o original ao Detran p/ Habilitação e Licenciamento e outra cópia à um posto do IFP..
4. MULTA DE TRANSITO
No caso de multa por infração leve ou média, se você não foi multado pelo mesmo motivo nos últimos 12 meses, não precisa pagar multa. É só ir ao DETRAN e pedir o formulário para converter a infração em advertência com base no Art. 267 do CTB. Levar Xerox da carteira de motorista e a notificação da multa.. Em 30 dias você recebe pelo correio a advertência por escrito. Perde os pontos, mas não paga nada.
Código de Trânsito Brasileiro
Art. 267 - Poderá ser imposta a penalidade de advertência por escrito à infração de natureza leve ou média, passível de ser punida com multa, não sendo reincidente o infrator, na mesma infração, nos últimos doze meses, quando a autoridade, considerando o prontuário do infrator, entender esta providência como mais educativa.
DIVULGUEM PARA O MAIOR NÚMERO DE PESSOAS POSSÍVEL. VAMOS ACABAR COM A INDÚSTRIA DA MULTA!!!!
1. CARTÓRIO
Quem quiser tirar uma cópia da certidão de nascimento, ou de casamento, não precisa mais ir até um cartório, pegar senha e esperar um tempão na fila.
O cartório eletrônico, já está no ar! www.cartorio24horas.com.br
Nele você resolve essas (e outras) burocracias, 24 horas por dia, on-line. Cópias de certidões de óbitos, imóveis, e protestos também podem ser solicitados pela internet.
Para pagar é preciso imprimir um boleto bancário. Depois, o documento chega por Sedex.
Passe para todo mundo, que este é um serviço da maior importância.
2. AUXÍLIO À LISTA
Telefone 102... não!
Agora é: 08002800102
Vejam só como não somos avisados das coisas que realmente são importantes...
NA CONSULTA AO 102, PAGAMOS R$ 1,20 PELO SERVIÇO.
SÓ QUE A TELEFÔNICA NÃO AVISA QUE EXISTE UM SERVIÇO VERDADEIRAMENTE GRATUITO.
Não custa divulgar para mais gente ficar sabendo.
3. DOCUMENTOS ROUBADOS
BO (boletim de occorrência) dá gratuidade - Lei 3.051/98 - VOCÊ SABIA???
Acho que grande parte da população não sabe, é que a Lei 3.051/98 que nos dá o direito de em caso de roubo ou furto (mediante a apresentação do Boletim de Ocorrência), gratuidade na emissão da 2ª via de tais documentos como:
Habilitação (R$ 42,97);
Identidade (R$ 32,65);
Licenciamento Anual de Veículo (R$ 34,11).
Para conseguir a gratuidade, basta levar uma cópia (não precisa ser autenticada) do Boletim de Ocorrência e o original ao Detran p/ Habilitação e Licenciamento e outra cópia à um posto do IFP..
4. MULTA DE TRANSITO
No caso de multa por infração leve ou média, se você não foi multado pelo mesmo motivo nos últimos 12 meses, não precisa pagar multa. É só ir ao DETRAN e pedir o formulário para converter a infração em advertência com base no Art. 267 do CTB. Levar Xerox da carteira de motorista e a notificação da multa.. Em 30 dias você recebe pelo correio a advertência por escrito. Perde os pontos, mas não paga nada.
Código de Trânsito Brasileiro
Art. 267 - Poderá ser imposta a penalidade de advertência por escrito à infração de natureza leve ou média, passível de ser punida com multa, não sendo reincidente o infrator, na mesma infração, nos últimos doze meses, quando a autoridade, considerando o prontuário do infrator, entender esta providência como mais educativa.
DIVULGUEM PARA O MAIOR NÚMERO DE PESSOAS POSSÍVEL. VAMOS ACABAR COM A INDÚSTRIA DA MULTA!!!!
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Cristo Nasceu? Quando? Onde?
25 de dezembro é o dia em que se comemora o nascimento de Jesus Cristo.
Se perguntássemos quando e onde Jesus nasceu, a grande maioria dos cristãos responderia prontamente que ele nasceu há cerca de dois mil anos, em Belém.
Mas, em verdade, que importa o tempo, se existem inúmeras almas em cujo seio o senhor ainda não reina?
Muitos corações ainda são semelhantes às hospedarias de Belém, cujas portas estão fechadas, sob alegação de estar lotadas.
O Mestre da humanidade somente teve como berço uma estrebaria pobre, junto aos animais, e a companhia afetuosa dos pais humildes.
Ainda hoje, quando o Cristo bate às portas de nossos corações, encontra muitos deles lotados pelos interesses pessoais, pelo egoísmo, pelo orgulho, e pelo desejo de conquistas materiais, não sobrando espaço para ele.
Se perguntarmos com sinceridade, se o Cristo nasceu em nós, talvez percebêssemos que não temos permitido esse nascimento.
Aquele que ainda não sentiu em seu íntimo a influência do Cristo, ignora, em verdade, que ele nasceu.
No dia, que dizemos especial para a humanidade, vale a pena que façamos algumas perguntas a nós mesmos e as respondamos intimamente.
Cristo nasceu? Quando? Onde?
Que influência está exercendo em nós o nascimento do dele?
Que relação existe entre o natal de Jesus e a nossa vida no momento atual?
Será que já conseguimos entender e vivenciar a boa nova que ele veio trazer?
Se perguntássemos a Paulo, apóstolo, onde e quando Jesus nasceu, talvez ele nos dissesse que foi na estrada de damasco, quando se viu envolvido na sua divina luz.
Depois de muitas lutas íntimas, Paulo disse: "já não sou eu quem vive, é o Cristo que vive em mim".
Se fizéssemos a mesma pergunta a madalena, é possível que ela nos informasse que o Cristo nasceu em Betânia, certa vez em que sua voz cheia de pureza e doçura, despertou-lhe a sensação de uma nova vida, com a qual até então jamais sonhara.
Pedro talvez se pronunciasse dizendo que Cristo nasceu no átrio do paço de Pilatos, no momento em que o galo cantou pela terceira vez, acordando a sua consciência para a verdadeira vida.
Dos lábios de João, evangelista, pode ser que ouvíssemos a afirmativa de que Jesus nasceu no dia em que lhe iluminou o entendimento fazendo-o saber que Deus é amor.
Para Zaqueu, o publicano, talvez Jesus tenha nascido numa esplêndida manhã de sol, quando ele, ansioso por conhecê-lo, subiu numa árvore, à beira do caminho por onde o Cristo passava e o mestre lhe disse que gostaria de fazer-lhe uma visita.
Dimas, o chamado bom ladrão, nos diria que Jesus nasceu no topo do calvário, precisamente quando a cegueira e a maldade humanas supunham aniquilá-lo para sempre.
Naquele momento, o Cristo lhe dirigiu um olhar repassado de piedade e ternura, e o fez esquecer todas as misérias deste mundo, nascendo para sempre em sua intimidade.
***
"Tal foi o testemunho do passado - tal é o testemunho do presente, dado por todos os corações que, deixando de ser quais hospedarias de Belém, onde não havia lugar para o nascimento de Jesus, se transformaram, pela humildade, naquela manjedoura que o amor sublime da mais pura e santa de todas as mães converteu no berço do redentor do mundo".
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no livro Em Torno do Mestre, caps. Jesus e seu Natal e Cristo nasceu? Quando? Onde?, Ed. FEB.
Se perguntássemos quando e onde Jesus nasceu, a grande maioria dos cristãos responderia prontamente que ele nasceu há cerca de dois mil anos, em Belém.
Mas, em verdade, que importa o tempo, se existem inúmeras almas em cujo seio o senhor ainda não reina?
Muitos corações ainda são semelhantes às hospedarias de Belém, cujas portas estão fechadas, sob alegação de estar lotadas.
O Mestre da humanidade somente teve como berço uma estrebaria pobre, junto aos animais, e a companhia afetuosa dos pais humildes.
Ainda hoje, quando o Cristo bate às portas de nossos corações, encontra muitos deles lotados pelos interesses pessoais, pelo egoísmo, pelo orgulho, e pelo desejo de conquistas materiais, não sobrando espaço para ele.
Se perguntarmos com sinceridade, se o Cristo nasceu em nós, talvez percebêssemos que não temos permitido esse nascimento.
Aquele que ainda não sentiu em seu íntimo a influência do Cristo, ignora, em verdade, que ele nasceu.
No dia, que dizemos especial para a humanidade, vale a pena que façamos algumas perguntas a nós mesmos e as respondamos intimamente.
Cristo nasceu? Quando? Onde?
Que influência está exercendo em nós o nascimento do dele?
Que relação existe entre o natal de Jesus e a nossa vida no momento atual?
Será que já conseguimos entender e vivenciar a boa nova que ele veio trazer?
Se perguntássemos a Paulo, apóstolo, onde e quando Jesus nasceu, talvez ele nos dissesse que foi na estrada de damasco, quando se viu envolvido na sua divina luz.
Depois de muitas lutas íntimas, Paulo disse: "já não sou eu quem vive, é o Cristo que vive em mim".
Se fizéssemos a mesma pergunta a madalena, é possível que ela nos informasse que o Cristo nasceu em Betânia, certa vez em que sua voz cheia de pureza e doçura, despertou-lhe a sensação de uma nova vida, com a qual até então jamais sonhara.
Pedro talvez se pronunciasse dizendo que Cristo nasceu no átrio do paço de Pilatos, no momento em que o galo cantou pela terceira vez, acordando a sua consciência para a verdadeira vida.
Dos lábios de João, evangelista, pode ser que ouvíssemos a afirmativa de que Jesus nasceu no dia em que lhe iluminou o entendimento fazendo-o saber que Deus é amor.
Para Zaqueu, o publicano, talvez Jesus tenha nascido numa esplêndida manhã de sol, quando ele, ansioso por conhecê-lo, subiu numa árvore, à beira do caminho por onde o Cristo passava e o mestre lhe disse que gostaria de fazer-lhe uma visita.
Dimas, o chamado bom ladrão, nos diria que Jesus nasceu no topo do calvário, precisamente quando a cegueira e a maldade humanas supunham aniquilá-lo para sempre.
Naquele momento, o Cristo lhe dirigiu um olhar repassado de piedade e ternura, e o fez esquecer todas as misérias deste mundo, nascendo para sempre em sua intimidade.
***
"Tal foi o testemunho do passado - tal é o testemunho do presente, dado por todos os corações que, deixando de ser quais hospedarias de Belém, onde não havia lugar para o nascimento de Jesus, se transformaram, pela humildade, naquela manjedoura que o amor sublime da mais pura e santa de todas as mães converteu no berço do redentor do mundo".
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no livro Em Torno do Mestre, caps. Jesus e seu Natal e Cristo nasceu? Quando? Onde?, Ed. FEB.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Amor, Perdas, Partidas e Saudade!!!
Uma ótima oportunidade para dedicarmos alguns minutos a essas reflexões.
Qual de nós não passamos ou passaremos por esses momentos...
Clique e aprecie.
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AUTOPERDÃO - ESCOLHAS E DECISÕES
Ouço com frequencia as pessoas em consultório, se queixarem por terem feito escolhas equivocadas ou tomado decisões que tiveram consequencias drásticas.
A proposta dessa postagem, longe de ser um manual de técnicas infalíveis, é chanar a atenção para um tema, que acredito ser fundamental no entendimento dos mecanismos psicológicos, que quando observados, podem levar ajuda a quem estiver interessado.
Os desgastes provenientes das escolhas mal feitas, promovem desconforto e sentimento de culpa, desencadeando uma grande perda de energia que podemos combinar aqui denominá-la de “descompensação” que enquanto perdurar o sentimento de culpa, o estádo físico estará sendo cada vez mais comprometido. O corpo físico começa apresentar sinais que podem variar desde simples resfriados ou coceiras, as mais severas e complexas patologias. A frustração experimentada no curso dos episódios, efetivamente, poderá causar um mal maior do que o fato em sí.
Na práxis clínica, utilizando técnicas regressivas, tenho deparado com inúmeras histórias trazidas pelas pessoas em estados alterados de consciência, que indicam uma conduta de comportamento inadequado, quando comparados com a vida atual.
E notório uma forte tendência de repetir no presente desta vida, hábitos, costumes e valores, aprendidos e praticados nas suas histórias anteriores, como meio de solução para as situações do cotidiano. Devo considerar que assim se comportam por se sentirem seguras. Nada mais justo, considerando que ninguém procura, conscientemente, algo que poderá trazer desconforto ou perdas.
O que chama a atenção, e é isso que pretendo passar nessa postagem, é a similaridade dos sentimentos e emoções manifestados pelos queixantes.
Oculto na cantilena, (nada dá certo, não tenho sorte, os outros não me compreendem, parece que o mundo desabou na minha cabeça, tudo que faço dá errado, só acontece comigo, etcetera e tal), encontra-se um caráter com resistências rígidas, que não admite ser contrariado, levando ao extremo conceitos pré-concebidos, que se tornaram verdadeiros postulados de vida, que em estado de vigília não são notados pelo portador.
São resíduos de personagens que acreditaram ser esta a melhor maneira de agir e conduzir suas escolhas e decisões, porque foi assim que “deu certo”, segundo sua percepção.
Presisamos considerar que no momento de vida atual, não somos mais aqueles personagens, e precisamos nos adequar a situação problema que se nos apresenta aqui e agora.
Assim sendo, enquanto perdurar em nossa organização psíquica aqueles resíduos, tendemos a repetir as mesmas desditas.
Dentre inúmeras maneiras de promover o escoamento dessas energias potencializadas, quero destacar o “autoperdão” como agente libertador das culpas, e por conseguinte, da alma.
Os personagens por nós vivenciados, não devem ser condenados ao sofrimento eterno.
Após identificá-los, passamos a ter para com eles a responsabilidade de suas condutas diante de nós mesmos e para com os outros. Não temos mais o direito de usar os mecanismos de fuga, alegando desconhecermos as causas das nossas aflições.
Essa escolha, causaria novas culpas, e assim, estaríamos repetindo tudo de novo num movimento contínuo.
Perdoar aos nosos personagens pelas suas escolhas e decisões equivocadas, é perdoar a nós mesmos. Assim estaremos aplicando o autoperdão, nos libertando da lei de causa e efeito.
Começe mentalizando alguém ou algum fato, que te causaram desconforto ou desequilíbrio emocional. Imagine-se perdoando ou pedindo perdão.
Mais cedo do que imagina, sentirá sua energia menos densa, e aos poucos, alcançará o equilíbrio desejado.
Ora! Se não formos capazes de nos perdoar, como poderemos pedir perdão a outrem quando cometermos nossos deslizes?
Assista ao Vídeo abaixo o comentário de Divaldo Franco, orador e escritor espírita, sobre o nosso tema.
Arleir Bellieny
A proposta dessa postagem, longe de ser um manual de técnicas infalíveis, é chanar a atenção para um tema, que acredito ser fundamental no entendimento dos mecanismos psicológicos, que quando observados, podem levar ajuda a quem estiver interessado.
Os desgastes provenientes das escolhas mal feitas, promovem desconforto e sentimento de culpa, desencadeando uma grande perda de energia que podemos combinar aqui denominá-la de “descompensação” que enquanto perdurar o sentimento de culpa, o estádo físico estará sendo cada vez mais comprometido. O corpo físico começa apresentar sinais que podem variar desde simples resfriados ou coceiras, as mais severas e complexas patologias. A frustração experimentada no curso dos episódios, efetivamente, poderá causar um mal maior do que o fato em sí.
Na práxis clínica, utilizando técnicas regressivas, tenho deparado com inúmeras histórias trazidas pelas pessoas em estados alterados de consciência, que indicam uma conduta de comportamento inadequado, quando comparados com a vida atual.
E notório uma forte tendência de repetir no presente desta vida, hábitos, costumes e valores, aprendidos e praticados nas suas histórias anteriores, como meio de solução para as situações do cotidiano. Devo considerar que assim se comportam por se sentirem seguras. Nada mais justo, considerando que ninguém procura, conscientemente, algo que poderá trazer desconforto ou perdas.
O que chama a atenção, e é isso que pretendo passar nessa postagem, é a similaridade dos sentimentos e emoções manifestados pelos queixantes.
Oculto na cantilena, (nada dá certo, não tenho sorte, os outros não me compreendem, parece que o mundo desabou na minha cabeça, tudo que faço dá errado, só acontece comigo, etcetera e tal), encontra-se um caráter com resistências rígidas, que não admite ser contrariado, levando ao extremo conceitos pré-concebidos, que se tornaram verdadeiros postulados de vida, que em estado de vigília não são notados pelo portador.
São resíduos de personagens que acreditaram ser esta a melhor maneira de agir e conduzir suas escolhas e decisões, porque foi assim que “deu certo”, segundo sua percepção.
Presisamos considerar que no momento de vida atual, não somos mais aqueles personagens, e precisamos nos adequar a situação problema que se nos apresenta aqui e agora.
Assim sendo, enquanto perdurar em nossa organização psíquica aqueles resíduos, tendemos a repetir as mesmas desditas.
Dentre inúmeras maneiras de promover o escoamento dessas energias potencializadas, quero destacar o “autoperdão” como agente libertador das culpas, e por conseguinte, da alma.
Os personagens por nós vivenciados, não devem ser condenados ao sofrimento eterno.
Após identificá-los, passamos a ter para com eles a responsabilidade de suas condutas diante de nós mesmos e para com os outros. Não temos mais o direito de usar os mecanismos de fuga, alegando desconhecermos as causas das nossas aflições.
Essa escolha, causaria novas culpas, e assim, estaríamos repetindo tudo de novo num movimento contínuo.
Perdoar aos nosos personagens pelas suas escolhas e decisões equivocadas, é perdoar a nós mesmos. Assim estaremos aplicando o autoperdão, nos libertando da lei de causa e efeito.
Começe mentalizando alguém ou algum fato, que te causaram desconforto ou desequilíbrio emocional. Imagine-se perdoando ou pedindo perdão.
Mais cedo do que imagina, sentirá sua energia menos densa, e aos poucos, alcançará o equilíbrio desejado.
Ora! Se não formos capazes de nos perdoar, como poderemos pedir perdão a outrem quando cometermos nossos deslizes?
Assista ao Vídeo abaixo o comentário de Divaldo Franco, orador e escritor espírita, sobre o nosso tema.
Arleir Bellieny
ENTREVISTA COM DIVALDO FRANCO REENCARNAÇÃO DE EMMANUEL E JOANA DE ÂNGELIS
Nesta entrevista durante uma sessão de autógrafos do seu último livro Transição Planetária, ditado pelo espírito Manoel Philomeno de Miranda ao Médium baiano, Divaldo revela as encarnações de Emmanuel, em 2000, e a de Joana de Ângelis em 2015 aproximadamente. Fala também da sua relação pessoal com a mediunidade e seu primeiro contato com a Doutrina Espírita e com os fenõmenos mediúnicos.Clique no vídeo e assista.
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